17.9.07

Pela highway de fumaça
Que em formas se de(s)formava,
Pude não ver,
O vasto engarrafamento dos átomos,
Pude não sentir,
A velocidade microscópica da aragem.
Pude não ouvir,
O burburinho liliputiano,
O sussurro pequenote,
Mesmo ciente da existência,
Do empurra-empurra das malúculas.

12.7.07

Seja bem-vindo ao caos.

Você faz parte dele, talvez seja o principal motivo de sua existência, talvez seja mera coincidência do acaso sua fatídica presença, mas, uma vez desperto, você carregará consigo por toda a vida um pouco de culpa. E as consequências dos atos cometidos nada mais são que fruto das suas próprias limitações. É importante, assim, que você sofra. Que sangre e pague por tudo aquilo que fez.